quinta-feira, 22 de agosto de 2013

Tudo Sobre Mamãe OXUM

                   


Oxum, na religião yoruba, é uma orixá que reina sobre a água doce dos rios, o amor, a intimidade, a beleza, a riqueza e a diplomacia. Também é um orixá do candomblé. Oxum é dona do ouro e da nação ijexá. Tem o título de Ìyálòdè1 entre os orixás.
Oxum é um orixá feminino da nação Ijexá, adotada e cultuada em todas as religiões afro-brasileiras. É o orixá das águas doces dos rios e cachoeiras, da riqueza, do amor, da prosperidade e da beleza. Em Oxum, os fiéis buscam auxílio para a solução de problemas no amor, uma vez que ela é a responsável pelas uniões, e também na vida financeira, a que se deve sua denominação de "Senhora do Ouro", que outrora era do Cobre, por ser o metal mais valioso da época.
Na natureza, o culto a Oxum costuma ser realizado nos rios e nas cachoeiras e, mais raramente, próximo às fontes de águas minerais. Oxum é símbolo da sensibilidade e muitas vezes derrama lágrimas ao incorporar em alguém, característica que se transfere a seus filhos, identificados por chorões.
Candomblé Bantu - a Nkisi Ndandalunda, Senhora da fertilidade e da Lua, muito confundida com Hongolo e Kisimbi, tem semelhanças com Oxum.
Candomblé Ketu - Divindade das águas doces, Oxum é a padroeira da gestação e da fecundidade, recebendo as preces das mulheres que desejam ter filhos e protegendo-as durante a gravidez. Protege, também, as crianças pequenas até que comecem a falar, sendo carinhosamente chamada de Mamãe por seus devotos.
Associada na igreja católica com  Nossa Senhora Aparecida e Nossa Senhora das Candeias.
Vela Azul escura

OXUM


Para Mamãe Oxum pede-se: aconchego, harmonia, fertilidade, amor, prosperidade, bons relacionamentos, harmonia familiar.

OFERENDA 1
ELEMENTOS
3 cachos de uvas (claras tipo Itália) regados com mel
3 rosas amarelas (abertas e sem espinhos)
3 velas amarelas (número 0 ou 1)
mel, o suficiente para regas as frutas e as rosas
1 garrafa de água mineral
7 folhas de couve, arrumadas em círculo, com os cabos para fora, para servirem de suporte para a oferenda.
Arrumar as frutas e as rosas no centro do círculo feito com as couves.
regar tudo com água mineral, depois com mel acender a vela (deixe-a firme dentro da terra, ou leve uma forminha de alumínio para suporte)
Se possível, espere a vela queimar para evitar incêndios e aproveite para sentir o Axé da oferenda.
Local de entrega: à beira de rios, lagos ou cahoeiras limpos, durante o dia.
Não deixe lixo não orgânico no local, escolha um local seguro.
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OFERENDA 2
ELEMENTOS:
7 folhas de couve, para forrar o chão (arrumar em círculo, com os caabos para fora)
7 espigas de milho (in natura, não precisa cozinhar)
7 rosas amarelas (abertas e sem espinhos)
7 velas amarelas (número 0 ou 1) (leve 7 forminhas, para suporte, espere queimar e as recolha, podendo reaproveitá-las).
1 garrafa de água mineral
Arrumar as espigas e as rosas intercaladas, em forma de cículo, em cima das couves, regar com a água e acender as velas.
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OFERENDA 3
ELEMENTOS
8 laranjas (de preferência, lima ou outra doce) abertas ao meio no comprimento
8 fatias de melão (com a casca)
8 velas amarelas (número 0 ou 1) (forminhas para suporte, esperar queimar e
recolher)
8 moedas douradas (lavadas com sabão, podem ser de 10 centavos)
1 garrafa de água mineral para regar as frutas
mel para regar as frutas (mais ou menos, 250ml)
7 folhas de couve, arrumadas em forma de círculo, com os cabos para fora)
Coloque as laranjas no centro do círculo de couve, circunde com as fatias de melão, regue com água e depois com mel, coloque as moedas, acenda as velas. (leve forminhas par suporte das velas, espere queimar e recolha)
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OFERENDA 4
ELEMENTOS:
250g canjica amarela (apenas escaldada em água fervente e escorrida)
1 rosa amarela (aberta e cortada o cabo, pois só a rosa em si irá enfeitar a
oferenda, deixe um pouquinho de cabo para não despetalar)
mel para regar bem a canjica e a rosa
1 vela amarela ou branca
1 a 3 folhas de couve, para servir de suporte
Arrume um monte com a canjica, enfeite com a rosa no centro e regue com um mel, derrame a água em volta e não em cima da canjica, acenda a vela (espere queimar, para evitar acidentes)
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OFERENDA 5
ELEMENTOS:
7 pêssegos bem bonitos
mel para regar os pêssegos e a canela
7 pedaços de canela em pau
7 margaridas brancas
água mineral (500ml)
7 velas amarelas
7 folhas de couve, para suporte
Arrume as folhas de couve em círculo, com os cabos para fora. Coloque os
pêssegos no centro do círculo, ao redor dos pêssegos, coloque as margaridas,
intercaladas com a canela em pau. Regue tudo com água e depois com mel,
acenda as velas nas forminhas, fazendo o contorno da oferenda, espera queimar e recolha as forminhas e demais lixos recicláveis.


As oferendas para mamãe oxum podem ser entregues à beira de rios, cachoeiras, lagos,

jardim de sua casa, em sua casa, num local limpo, forrado com um pano branco e recolhida ao lixo comum no terceiro dia. Se oferecer em casa, também tenha cuidado com as velas. É melhor acendê-las uma de cada vez, ao decorrer dos 3 dias

     

quarta-feira, 21 de agosto de 2013

Tudo Sobre Nanã

                                                     

Nanã Buruku (ou Nanã, Nanã Buluku, Nanã Buru, Nanã Boroucou, Nanã Borodo, Anamburucu, Nanã Borutu), é um nome pertinente a um vodun e orixá das chuvas, dos mangues, do pântano, da lama (barro molhado), senhora da Morte, e responsável pelos portais de entrada (reencarnação) e saída (desencarne). Identificado no jogo do merindilogun pelos odu ejilobon e representado materialmente pelo candomblé através do assentamento sagrado denominado igba nanã
Nanã Buruku é cultuada no Candomblé Jeje como um vodun e no Candomblé Ketu como um orixá da chuva, das águas paradas, mangue, pântano, terra molhada, lama e considerada a mãe dos orixás Obaluaiyê, Iroko, Osanyin, Oxumarê e Yewá.
Nanã é chamada carinhosamente de "Avó", por ser usualmente imaginada como uma anciã. É cultuada em todo o Brasil nas religiões Afro-brasileiras. Seu emblema é o Ibiri que caracteriza sua relação com os espíritos ancestrais. Como "Mãe-Terra Primordial" dos grãos e dos mortos, Nanã Buruku poderia ser equiparada à deusa greco-romana Deméter-Ceres-Cíbele.
A existência do culto de Nanã Buruku é atribuída a tempos remotos, anteriores à descoberta do ferro, por isso, em seus rituais, não costumam ser utilizados objetos cortantes de metal.
O baobá ("Adansonia digitata L.", em iorubá ossê e em Fon akpassatin) é sua árvore sagrada.
No sincretismo afro-católico, Nanã Boroquê, como é chamada na Umbanda, é equiparada à Sant'Ana.
Nanã no Batuque - RS: Nanã no Batuque (Religião Afro-Gaúcha) é a Iemanjá mais velha de todas, embora não seja Iemanjá.

As Lendas de Nanã:

Afirma-se que Nanã era a rainha de um povo e que tinha poder sobre os mortos. Para roubar esse poder, Oxalá desposou-a, mas não ligava para ela. Nanã, então, fez um feitiço para ter um filho. Tudo aconteceu como ela queria mas, por causa do feitiço, o filho, Omolu nasceu todo deformado. Horrorizada, Nanã jogou-o no mar para que morresse. Como castigo pela crueldade, quando Nanã engravidou de novo, Orunmilá disse que o filho seria lindo mas se afastaria dela para correr mundo. Assim, nasceu Oxumaré, que durante seis meses do ano vive no céu como o arco-íris, e nos outros seis é uma cobra que se arrasta no chão.
Em outra lenda, conta-se que, na aldeia chefiada por Nanã, quando alguém cometia um crime, era amarrado a uma árvore. Nanã então chamava os Eguns para assustá-lo. Ambicionando esse poder, Oxalá foi visitar Nanã e deu-lhe uma poção que fez com que ela se apaixonasse por ele. Nanã dividiu o reino com ele, mas proibiu a sua entrada no Jardim dos Eguns. Oxalá então espionou-a e aprendeu o ritual de invocação dos mortos. Depois, disfarçando-se de mulher com as roupas de Nanã, foi ao jardim e ordenou aos Eguns que obedecessem "ao homem que vivia com ela" (ele mesmo). Quando Nanã descobriu o golpe, quis reagir mas, como estava apaixonada, acabou aceitando deixar o poder com o marido. Hoje no Culto aos Egungun só os homens são iniciados para invocar os Eguns.
Uma terceira lenda refere que, certa vez, os Orixás se reuniram e começaram a discutir qual deles seria o mais importante. A maioria apontava Ogum, considerando que ele é o Orixá do ferro, o que deu à humanidade o conhecimento sobre o preparo e uso das armas de guerra, dos instrumentos para agricultura, caça e pesca, e das facas para uso doméstico e ritual. Somente Nanã discordou e, para provar que Ogum não era tão importante assim, torceu com as próprias mãos o pescoço dos animais destinados ao sacrifício em seu ritual. É por isso que os sacrifícios para Nanã não podem ser feitos com instrumentos de metal


terça-feira, 20 de agosto de 2013

Tudo Sobre o Obaluaê

Obaluaê na Umbanda é um dos sete orixás maiores.
Obaluaê, sincretizado como São Roque, é o orixá da medicina, da cura, da transformação. É o orixá jovem, que corresponde ao velho Omulu, orixá da varíola, das doenças. São dois orixás em um. Obaluaê é muito cultuado e incompreendido ao mesmo tempo dentro dos terreiros de Umbanda. Como também é o senhor das doenças, alguns terreiros procuram o não desenvolvimento do filho-de-santo que possui como orixá de cabeça, orixá regente, este orixá. Omulu, ainda, é o 'chefe' de todos os pretos-velhos, e, por isso, um orixá de extrema força e valor dentro da Umbanda.
No candomblé, Obaluaê, como todo orixá, é tratado como um deus; na Umbanda, ele é uma manifestação de Deus, já que a Umbanda é monoteísta. No candomblé há uma lenda que Ôbaluaê, filho de Nanã, nasceu doente com o corpo coberto de chagas, e por isso Nanã o abandonou na beira da praia para que o mar o levasse. Iemanjã o achou e o escondeu em uma gruta na praia, cuidou de suas chagas e o cobriu com palha para que suas cicatrizes não fossem vistas. Um dia, próximo à praia acontecia uma festa em que todos os orixás dançavam em volta de uma fogueira. Iansã o viu observando de longe, veio até ele, levantou a palha de seu rosto e com sua ventarola provocou um vento tão forte que as feridas de Obaluaê saíram do corpo dele se transformando em pipoca.
A saudação de Obaluaê é: Atotô, Obaluaê! Seu dia da semana é a segunda-feira, dia, também, dos pretos-velhos. A vela utilizada para este orixá é a preta e branca. Seu campo de força é a calunga pequena, ou seja, o cemitério, onde todo Umbandista deve pedir permissão ao senhor Obaluaê/Omulu para entrar e sair.

domingo, 25 de novembro de 2012

Tudo sobre Oxóssi


Oxóssi na Umbanda é considerado patrono da linha dos caboclos, atuando para o bem-estar físico e espiritual dos seres humanos.
Segundo esta religião, Oxóssi é figura representativa de uma das sete forças principais de Deus: a força da luta, do trabalho, da providência e da afirmação positiva. Assim, para a Umbanda, Oxóssi representa uma das sete forças primordias de Deus, pertencendo ao pólo positivo das energias espirituais, expandindo, irradiando e impelindo os seres para a construção vigorosa de seus destinos, bem como garantindo que os mais fragilizados encontrem doutrinação firme e amorosa, desenvolvendo seu saber religioso e sua fé.


No catolissismo Oxóssi é São Sebastião
De acordo com Actos apócrifos, atribuídos a Santo Ambrósio de Milão, Sebastião era um soldado que teria se alistado no exército romano por volta de 283 d.C. com a única intenção de afirmar o coração dos cristãos, enfraquecido diante das torturas. Era querido dos imperadores Diocleciano e Maximiano, que o queriam sempre próximo, ignorando tratar-se de um cristão e, por isso, o designaram capitão da sua guarda pessoal, a Guarda Pretoriana. Por volta de 286, a sua conduta branda para com os prisioneiros cristãos levou o imperador a julgá-lo sumariamente como traidor, tendo ordenado a sua execução por meio de flechas (que se tornaram símbolo constante na sua iconografia). Foi dado como morto e atirado no rio, porém, Sebastião não havia falecido. Encontrado e socorrido por Irene (Santa Irene), apresentou-se novamente diante de Diocleciano, que ordenou então que ele fosse espancado até a morte. Seu corpo foi jogado no esgoto público de Roma. Luciana (Santa Luciana, cujo dia é comemorado em 30 de Junho) resgatou seu corpo, limpou-o, e sepultou-o nas catacumbas.

Dia de Oxóssi: 20 de janeiro

Oferendas para Oxóssi:


OFERENDA 1
1 FOLHA DE BANANEIRA, PARA SERVIR DE BASE
70G DE FEIJÃO (QUALQUER TIPO)
70G DE LENTILHA
70G DE GRÃOS DE ERVILHA
70G DE GRÃOS DE MILHO SECO
70G DE GRÃO DE BICO
70G DE ARROZ BRANCO
70G DE GRÃOS DE SOJA
7 VELAS VERDES
1 COETÉ
CERVEJA BRANCA, SERVIDA NO COETÉ
ARRUMAR OS GRÃOS DE MODO HARMONIOSO E CIRCULAR, NA FOLHA DE BANANEIRA, DEIXAR O COITÉ COM CERVEJA NO CENTRO, ACENDER AS VELAS FORA DA FOLHA DE BANANEIRA, EM VOLTA

OFERENDA 2
7 VELAS VERDES (EM VOLTA DO CÔCO)
7 VELAS BRANCAS (EM VOLTA DO CÔCO)
7 GALHOS DE ALECRIM, (EM VOLTA DO CÔCO)
1 CÔCO VERDE ABERTO EM CIMA, COM A ÁGUA DENTRO

OFERENDA 3
7 FOLHAS DE SAMAMBAIA, PARA FORRAR O CHÃO
1 MORANGA ABERTA PELO ALTO, REGADA COM MELADO DE CANA, DEIXAR A TAMPA DO MORANGA AO LADO.
7 VELAS VERDES
7 VELAS BRANCAS


Comida para Oxóssi
Axoxô – é comida ritual do Orixá Oxóssi, milho vermelho cozido refogado com cebola ralada, pó de camarão, sal, azeite de dendê, enfeitado com fatias de coco sem casca.







sexta-feira, 16 de novembro de 2012

Tudo sobre Ogum


São Jorge (275 - 23 de abril de 303) foi, de acordo com a tradição, um padre e soldado romano no exército do imperador Diocleciano, venerado como mártir cristão. Na hagiografia, São Jorge é um dos santos mais venerados no catolicismo (tanto na Igreja Católica Romana e na Igreja Ortodoxa como também na Comunhão Anglicana). Também é venerado em diversos cultos das religiões afro-brasileiras, onde é sincretizado na forma de Ogum. É imortalizado no conto em que mata o dragão e também é um dos Catorze santos auxiliares. Considerado como um dos mais proeminentes santos militares, sua memória é celebrada dia 23 de abril como também em 3 de novembro, quando, por toda parte, se comemora a reconstrução da igreja dedicada a ele na Lida (Israel), onde se encontram suas relíquias, erguida a mando do imperador romano Constantino I.
É o santo padroeiro em diversas partes do mundo: Inglaterra, Portugal, Geórgia, Catalunha, Lituânia, da cidade de Moscou e, extra-oficialmente, da cidade do Rio de Janeiro (título oficialmente atribuído a São Sebastião), além de ser padroeiro dos escoteiros, e da Cavalaria do Exército Brasileiro. Há uma tradição que aponta o ano 303 como ano da sua morte. Apesar de sua história se basear em documentos lendários e apócrifos (decreto gelasiano do século VI), a devoção a São Jorge se espalhou por todo o mundo.
Na Umbanda Ogum é o guerreiro, general destemido e estratégico, é aquele que veio para ser o vencedor das grandes batalhas, o desbravador que busca a evolução.
Defensor dos desamparados, segundo a lenda, Ogum andava pelo mundo comprando a causa dos indefesos, sempre muito justo e benevolente. Ele era o ferreiro dos orixás, senhor das armas e dono das estradas. Irreverente, pois é um orixá valente, traz na espada tudo o que busca.

OGUM pode manifestar em diversas modalidades, linhas e falanges,conforme o ritual executado:
OGUM BEIRA-MAR – (oferendas á beira-mar) trabalha sobre a areia molhada,trabalha em processo de purificação.
OGUM SETE ONDAS, trabalha sobre as ondas, e também em processo de purificação.
OGUM ROMPE MATO - (Oferendas na entrada da mata) trabalha para Oxóssi
OGUM DAS PEDREIRAS - trabalha para Xangô, nas pedreiras, em ambos os casos, é a mesma falange que trabalha para os dois Orixás, com nomes diferentes, Ogum das Pedreiras, recebe suas oferendas em torno das pedreiras.
OGUM-MEGÊ – (Oferendas no lado direito do cemitério) – É colaborador de Iansã, seu nome significa SETE. É o guardião dos cemitérios, lidando diretamente com a linha das almas.Toda sua oferenda será em vermelho e branco, próxima ao cruzeiro do cemitério(calunga pequena)
OGUM-NARUE – Seu nome significa "Aquele que é o primeiro a gerar o valor."Trabalhando diretamente na linha das almas, desmanchando a magia negra,controla as almas quimbandeiras. aceita suas oferendas com Ogum Megê ou,ainda, dentro ou fora dos cemitérios, nas cores branca e vermelha.
OGUM MATINATA – Oferendas nos campos floridos – Poucos médiuns que o incorporam, sua falange protege os campos de Oxalá, os locais abertos, floridos e iluminados.
OGUM – YARA – Oferendas nas margens dos rios – Seu nome significa “Senhor”, trabalhando para OXUM. Suas oferendas deverão ser entregues nas beiras de rios, lagos ou cachoeiras, onde vibram, nas cores vermelha e branca.
OGUM DELÊ(ou de LEI) – Oferendas em qualquer lugar, ao ar livre – Seu nome significa aquele que toca o solo, é uma falange que vibrana linha pura de OGUM, são eles que trabalham diretamente no carma e sua cobrança rondando o mundo

Comida para Ogum:
Material Necessário: Inhame Azeite-de-Dendê Mel de Abelha 

Maneira de Fazer:

Frita-se o inhame na brasa. Depois disso, descansa-se e tempera-se no Azeite-de-Dendê e o mel de abelhas.

ERAN - O Eran de Ogún é feito com miúdos de boi, cortados bem pequenos e cozidos no Azeite-de-Dendê. Depois, eles são passados num refogado de cebola ralada e estão prontos.

EFUN - Farofa de mel - mistura-se a farinha de mandioca com mel de abelhas e pronto. Pode-se colocar num Oberó, nos pés de Ogun, ou nas estradas, pedindo a Ogun que adoce os seus caminhos e suas estradas.

Oferenda ao Orixá Ogum:
• Toalha ou pano vermelho; • velas branca e vermelha; • fitas branca e vermelha; • linhas branca e vermelha; • cordões branco e verme­lho; • flores (cravo e palmas vermelhas); • frutas (melancia, laranja, pêra, goiaba vermelha, ameixa preta, abacaxi, uvas); • licor de gengibre; • cerveja branca; • pembas branca e vermelha; • comida (feijoada).




quarta-feira, 14 de novembro de 2012

Datas comemorativas de cada Orixás


20 de janeiro -  Oxossi -  São Sebastião

23 de abril -  Ogum -  São Jorge

13 de maio -  Pretos Velhos

26 de julho -  Nanã Buroquê -  Nossa Senhora Santana

15 de agosto -  Iemanjá -  Nossa Senhora da Glória

16 de agosto -  Omulu -  São Lázaro, São Roque

27 de setembro -  Ibeji -  São Cosme e São Damião

29 de setembro -  São Miguel

30 de setembro -  Xangô -  São Jerônimo

02 de novembro -  Almas

04 de dezembro -  Iansã -  Santa Bárbara

08 de dezembro -  Oxum -  Nossa Senhora da Conceição

25 de dezembro -  Oxalá -  Jesus Cristo

Velas para Orixás e Entidades da Umbanda



Branca: Oxalá , Pretos-Velhos e almas.
Azul claro: Iemanjá
Azul escuro: Oxum
Marrom: Xangô,Boiadeiro
Verde: Oxossi,Caboclos
Amarela: Iansã,Baiano
Vermelha: Ogum
Rosa e azul claro: Ibejis, crianças
Roxa: Nanã , Eguns
Branca e Preta: Omulú, Pretos-Velhos
Branca e azul claro: Marinheiro
Laranja,Dourado,Prata: Ciganos,Indus

Preta e Vermelha/ Vermelhas: Exús e Pombo Giras

Velas para entidade da direita e orixás, sempre acender em um local onde fica acima de sua altura.
Já as velas da esquerda, sempre acender do lado de fora de sua residencia.